Daniel Goleman, psicólogo e escritor americano, define
Inteligência Emocional como sendo a capacidade de reconhecer, compreender e
gerir os nossos próprios sentimentos e emoções, assim como uma maior facilidade
em reconhê-los e compreendê-los nos outros.
Seja através de expressões faciais ou do tom de voz, tem-se
uma maior empatia para com aquilo que se sente e para com quem nos rodeia. De
acordo com este investigador, a inteligência emocional é o que nos permite
reconhecer variações emocionais mais subtis, e utilizar as emoções para
facilitar o próprio pensamento e
raciocínio.
A inteligência emocional pode e deve ser estimulada desde
cedo, na vida de uma criança. Crianças que desenvolvem a sua inteligência
emocional têm maior capacidade para gerir as suas emoções internas, maior
habilidade no relacionamento com os outros e maior auto-motivação para
concretizar objetivos. Têm, em suma, maior probabilidade de vir a ter sucesso
- pessoal e profissional - enquanto adultos.